quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

As Cotas do País, meu Brasil!!!


    Boa dia, caros leitores. A proposta hoje sai um pouco da Educação Infantil, mas tem uma expressão muito forte no ingresso ao Ensino Superior, que também é uma modalidade da Educação. Trazer este tema para o meio educacional tira os educadores do sério. Até me arrepia escrever sobre, mas vamos lá.
   
    As cotas, na minha visão como Educadora é um tema muito complexo e infelizmente as vejo como a exclusão da exclusão (há quem não concorde. Que bom as diferenças existem. É tempo de refletirmos sobre o assunto)!!!
    Sou a favor de que as coisas funcionem independentemente de raça, religião, classe social ou deficiências. Acredito ser uma das grandes exclusões, ou melhor, é menosprezar a capacidade do ser humano ao encontrar nestes diferenças um espaço para tantas cotas. Pergunto: Quem disse que o negro, o índio, o militar, ou o portador de deficiência precisa de cota para ingressar no banco de uma Universidade? ter que entrar com cota porque não tem condições de disputar com os demais. Como assim? Quer dizer que agora  aplicaram testes com as diferentes raças para mais uma vez enquadrar o nível de inteligência das pessoas?! Quem garantiu isso? E os grandes exemplos que temos na Academia? Agora nosso País vai viver de cotas?
    Acredito que o País deva punir, desde o príncipio as pessoas que param em vagas, sentam nos bancos de ônibus/aeronaves e usam filas especiais indevidamente. Jogam objetos, ou melhor, lixo pela janela do carro poluindo os rios, os parques, enfim! A educação, saúde, transporte e demais departamentos são para todos e com certeza com cotas não chegaremos a igualdade alguma, muito pelo contrário.
    Portanto, devemos ser mais conscientes e buscar a reflexão a cada momento. Mutias pessoas agem de má fé quanto as cotas e ainda se acham no direito de reclamar e pedir que as autoridades tomem providências. Precisam conhecer, primeiramente o que é ser cidadão, ser humano, ser civilizado, instruido, reponsável e consciente de seus atos. Estamos vivendo um verdadeiro "terremoto", inversão social.
    Este trabalho deve ser desenvolvido desde a Educação Infantil, para que o sujeito tenha esclarecimento da sociedade em que vive e das capacidades que todo ser humano possui. Todo cidadão possui habilidades e capacidades para aprender, independente de cotas. Sou a favor de acompanhamentos específicos como no caso do portador de deficiência visual e auditiva, fisíca e etc.    
     As necessidades devem ser vistas e cumpridas, porém nada imterrompe a aprendizgem e nem o faz necessário de cotas. Vamos pensar sobre isto?  Os depertamentos educacionais devem estar preparados para receber todo e qualquer aprendiz. Agora surgiu uma pergunta: Será que este procedimento não é algo para dificultar o ingresso pela nossa falta de gestão, principalmente destes fatores tão importantes? É uma luta que precisa-se abraçar.
    Devemos ter cautela com os rótulos, as cotas e afins para não excluirmos ainda mais!
   

Um comentário:

  1. Gostei do questionamento. Muito mais interessante seria nivelar por cima, com educação de qualidade para todos. Flávia

    ResponderExcluir