Bom dia, caros leitores! Ao ler o Jornal Online (http://acritica.uol.com.br/noticias/Lei-Palmada-aprovada_0_608939372.html) de quarta feira, me deparei com a feliz matéria sobre a Lei da Palmada, mas uma proteção no Estatuto da Criança e do Adolescente. Que possamos lutar por esta conquista. Nossas crianças precisam de cuidados, proteção e amparo para cumprir eficazmente suas atribuições de aluno e cidadão.
Cabe a nós, como responsáveis, educadores, seres sociais compreender que para estabelecer relações interpessoais precisamos do meio e vice-versa. No entanto, nossos primeiros contatos são constituídos dentro dos nossos lares, os quais devem proporcionar e permitir a criança um ambiente seguro, de aprendizagem com livre acesso, na qual ela esteja livre de penalizações físicas ou castigos sem fundamentos.
Ser pai e mãe, constituir uma família com valores e transmitir uma educação baseada na ética, na compreensão dos limites de cada um, mantendo o equilíbrio e o bom senso, não é uma tarefa para todos. Educar requer dedicação, abdicar de algumas preferências e prol de uma vida digna para os nossos pequenos.
É preciso atentar para as atitudes relacionadas à criança, pois ela reproduz tudo aquilo que ouve, sente e pensa. O armazenamento da memória está em funcionamento para registrar todos os momentos de sua vida. Se o ambiente no qual ela está inserida permite agressões, palavra ofensiva, que a coloque numa situação de conflito é possível que futuramente, alguns sintomas destas atitudes apareçam tanto positiva como negativamente no seu desenvolvimento.
De acordo com Augusto Cury: “Educar é semear com sabedoria e colher com paciência”. A criança não merece maus tratos por demonstrar um tempo diferente do adulto, quando seu processo de maturação ainda está em construção. Bater, castigar e humilhar são verbos abomináveis em minha ação como professora e cidadã. Sou adepta a pedagogia da aprendizagem sem julgamentos, com motivação, digna de respeito e acompanhamento específico dentro de sala de aula.
Não é possível "sacrificarmos" nossos alunos. Cada um tem sua especificidade, é único! Os "(i)responsáveis" que burlam as Leis ou fingem não conhecê-la devem ser punidos; e como não temos consciência, muitas vezes, dos nossos atos no momento de cobrar uma criança, a punição deve existir, não somente com o lado financeiro, mas com reclusão. Prejudicar os pequenos é crime, é podar sonhos, interromper objetivos traçados. Ninguém como educador tem esse mérito e direito. Somos potencializadores de aprendizagens, de sonhos. Nosso dever é mostrar as opções, para o caminhar.
Portanto, como responsáveis sociais devemos cobrar seriedade ao tratarmos as crianças. Somos formadores, exemplos em qualquer lugar que estejamos. Vamos ingressar na luta por mais este direito constitucional. Não é fantasia, isto é realidade, fato.
“Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir!” Augusto Cury
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