Olá queridos amigos e leitores! Vamos avançar um pouco mais? Maravilha! É importante dar-nos conta que desde que nascemos precisamos de um mediador, aquele que nos apresenta a vida, o mundo, ou seja, dependemos do outro a todo momento. O que quero dizer com isso? Que cada um possuí suas habilidades, crenças, valores, limitações, amores e desamores. Desta maneira é inetável a transferência destes pontos no momento de educar o outro, a criança. No entanto,
o foco principal está em confiar naquele que delegamos o papel de Educador na escola. A educação doméstica, o próprio nome diz, vem de casa; e a educação de mundo, dos conteúdos, de cidadania, a escola desempenha dentro de seus pilares educacionais. Por isso, a importãncia de escolhermos a escola de nossos filhos, sobrinhos e etc aproximando-a da nossa realidade. Contudo, deve ser nítido que o papel da escola não é o da família, são momentos e aprendizagens diferentes.
A escola além dos conteúdos também ensina a criança a olhar, que junto com ela estão outros colegas, que não somos iguais, as diferenças existem! Agora pergunto, como enfrentamos essa realidade na sociedade e nas escolas? É praticamente um caos instalado, mas acredito que se cada um agir, aos poucos mudamos nossos referenciais de inteligência, de aluno "bom" ou aluno "mal", como colocam alguns autores.
A família e a escola primeiramente, precisam mudar seus paradigmas. O aluno independente de suas limitações ou necessidades especiais são seres repletos de habilidades, passíveis de inúmeras aprendizagens. Precisamos aprender a incluir e incluir para aprender. Como diz Parolin (2006, p.39): "A diversidade pode ser muito mais enriquecedora que ameaçadora. Tudo vai depender do tamanho da alma", ou seja, o nosso olhar para o diferente que estabelecerá fronteiras. Os casos específicos deixemos que a escola desenvolve o trabalho e cuida.
A sociedade precisa aprender e compreender que a dificuldade faz parte da aprendigem e todos nós passamos por elas, uns com mais facilidade e outros com ajuda e acompanhamento. Para Parolin (2006, p. 44) "as dificuldades devem ser motivo de preocupação quando são muito intensas, geradoras de grandes obstáculos à aprendizagem e, mesmo assim, não devem ser motivo de exclusão". Todos merecem respeito como ser humano, aluno e cidadão.
Atualmente os profissionais têm se dedicado nessa área. Os psicopedagogos desenvolvem um trabalho de ponta dentro da educação e colaboram para o desenvolvimento das crianças. Não precisamos rotular, mas buscar os recursos nos seus devidos tempos. Essa é uma reflexão importante.
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